top of page
banner_principalelf.jpg

Elfos

Sintonizados profundamente com a natureza, os elfos de Tír na NÓg carregam sentidos aguçados e uma intuição refinada. Seus passos leves os conduzem silenciosamente pelas florestas ancestrais, seja em meio à harmonia selvagem dos Scoia’tael ou à sofisticação mágica dos Aen Seidhe.

 

Os Scoia’tael vivem integrados ao ambiente natural de forma quase simbiótica, levando uma vida simples e livre, marcada por rituais druídicos, veneração das forças vivas da floresta e forte ligação com lobisomens e shifters.

 

Seus corpos são ágeis e robustos, moldados para o combate em mata fechada, e sua presença costuma ser discreta: são mestres do silêncio, da furtividade e da sobrevivência. Evitam contato com o mundo exterior, preferindo proteger seu território e cultura com a determinação de quem defende algo sagrado.

Já os Aen Seidhe representam o lado erudito e diplomático do reino élfico. São estudiosos da magia arcana, artistas e arquitetos que habitam cidades como Quel'Thalas, verdadeiros centros culturais e científicos de Tír na Nóg.

 

Seu modo de vida valoriza o conhecimento, a arte e o diálogo. Elegantes e refinados, acreditam na preservação da cultura élfica por meio da ordem, da lógica e da diplomacia, especialmente após os conflitos da Última Guerra.

 

Apesar de diferentes em estilo e filosofia, Scoia’tael e Aen Seidhe coexistem em equilíbrio. Ambos compartilham o respeito pelas forças naturais e pela ancestralidade, vivendo sob a liderança espiritual de Fangorn. Unidos, representam a fusão entre a selvageria instintiva e a civilização iluminada — pilares gêmeos que sustentam a complexa e rica tapeçaria de Tír na Nóg.

Alderion_YB.png

Características Raciais Básicas

moldura_npcelfe.jpg

Altura média

  • Mínima: 140 cm 

  • Máxima: 180 cm
     

Idiomas

  • Comum

  • Élfico
     

Expectativa de Vida

  • Maioridade: 100 anos

  • Longevidade: Até cerca de 900 anos

Mais comuns em

  • Tír na nÓg

  • Reinos civilizados de Alderion

Elfos

Para entender como são os elfos hoje em Alderion, é preciso  saber mais sobre

sua origem. Os elfos são uma das raças mais antigas existentes, e seu passado

remonta a Era dos Gigantes, quando os elfos eram meros escravos, servido aos

poderosos magos Gigantes em Xen'Drik. Por milênios, os elfos assistiram das

sombras os rituais mágicos de seus mestres, e aos poucos foram aprendendo a

dominar a magia.

 

Entretanto, um cataclisma praticamente exterminou os Gigantes, e permitiu

que os elfos fugissem para uma nova terra, uma série de ilhas tropicais junto a

um continente inexplorado.

 

Elfos que seguiam a ideia de que o futuro de sua raça estava no estudo místico e no conhecimento arcano e religioso nomearam como líder Aerani, um profeta élfico, e dele surge a tradição de não só respeitar e honrar seus ancestrais, mas também imortalizá-los pelo uso de magia necromântica e rituais poderosos, criando os primeiros Imortais. Com o tempo a devocão aos ancestrais atinge tal ponto que é criada a Corte Imortal, cuja força conjunta é tão grande a ponto de proteger os elfos na ilha de Aerenal de ataques dracônicos milênios mais tarde. 

Oposta à necromancia positiva praticada pela Corte Imortal, existiu a culturas Qabalrin. Eles já existiam antes da fuga de Xen’Drik e praticavam a necromancia negativa, fazendo surgir os primeiros vampiros e liches. Tal cultura durou pouco, mas ressurgiu em Aeranal por meio da Linhagem de Vol, sendo esta família a portadora da Marca da Morte. Durante este período, começaram a surgir diversas marcas aberrantes, do cruzamento dos elfos com a Marca das Sombras e a Marca da Morte. Como os poderes aberrantes eram perigosíssimos, os elfos com estas marcas eram caçados impiedosamente.

 

Foi então que a elfa Dharian ir'Vol tentou acabar com este massacre, relacioando-se com o dragão verde Garra Esmeralda, e com ele tendo uma filha, meia elfa/meia dragão. A idéia era que a criança surgisse como uma nova raça, capaz de controlar os poderes aberrantes e dar um rumo aos elfos renegados.

 

Entretanto, Dharian conseguiu apenas fazer com que dragões e elfos se juntassem para destruir o que eles consideravam a maior aberração já vista até aquele momento. Como punição, todos os elfos portadores da Marca da Morte foram exterminados, e Dharian precisou de todo o seu poder para conseguir transformar sua filha, a jovem Erandis ir'Vol em uma lich.

 

Tal transformação porém, destruiu o poder da Marca da Morte que Erandis possuia, a tornando apenas uma marca seca e sem propósito.  Vendo o destino do elfos com a Marca da Morte, os elfos com a Marca das Sombras partem rumo a Alderion, já dominado pelas humanos, e dão origem a Casa Phiarlan.

Foi após os conflitos sangrentos em Aerenal e a destruição da Linhagem de Vol que muitos elfos decidiram abandonar a ilha ancestral e partir rumo ao continente de Alderion. Contudo, ao chegarem a estas novas terras, a unidade racial se fragmentou, dando origem a grupos distintos baseados em como escolheram viver no novo mundo.
Enquanto os portadores da Marca das Sombras se integraram à sociedade humana formando a Casa Phiarlan, aqueles que buscaram refúgio nas profundezas das florestas de Tír na nÓg sofreram uma cisão ideológica, dividindo-se em Aen Sidhe e Scoia'tael.
  • Os Aen Sidhe (Elfos Superiores): Este grupo buscou preservar a sofisticação, a alta magia e a arquitetura de Aerenal. Eles fundaram cidades majestosas como Quel'Thalas e Darnassus, integrando suas construções à natureza sem abrir mão da civilização. Os Aen Sidhe valorizam a diplomacia, o estudo arcano e a etiqueta, vendo-se como guardiões da alta cultura élfica em Alderion.
     
  • Os Scoia'tael (Elfos Selvagens): Em contraste, os Scoia'tael rejeitaram as amarras da civilização e a rigidez das tradições de Aerenal. Eles acreditavam que a sobrevivência em Alderion dependia de uma simbiose total com a natureza selvagem. Tornaram-se guerrilheiros, mestres da furtividade e seguidores do druidismo, vivendo em aldeias nômades ou integrados a tribos de shifters e lobisomens, desenvolvendo uma natural desconfiança contra forasteiros.
     
Milênios se passaram desde essa divisão. Hoje, além dos grupos tradicionais de Tír na nÓg, muitos elfos se adaptaram completamente às nações humanas. Por viverem entre raças de vida curta e alta mudança cultural, como humanos e halflings, os "Elfos de Alderion" (aqueles fora das florestas ancestrais) aprenderam a se identificar mais pela nação do que por sua raça.
Um elfo da Britúnia, por exemplo, tem mais em comum com um cidadão humano brituniano do que com um elfo Aen Sidhe de Tír na nÓg. Esses elfos urbanos perderam parte da conexão selvagem dos Scoia'tael e a arrogância aristocrática dos Aen Sidhe, tornando-se cosmopolitas versáteis.
 
Seja carregando a Marca das Sombras a serviço das Casas Phiarlan e Thuranni, debatendo magia nas torres de cristal dos Aen Sidhe, ou caçando silenciosamente sob as copas das árvores como um Scoia'tael, os elfos de Alderion são hoje uma raça de faces múltiplas, unida apenas por sua ancestralidade distante e sua longevidade.
frame250elf.jpg

Alderion RPG  - Desde 1999

  • Facebook
bottom of page